A Verdadeira História de Sansão
Sansão tem sido reduzido na memória comum a uma figura superficial e descuidada, mas as Escrituras lhe atribuem um lugar de honra. Ele foi escolhido antes do nascimento, separado por decreto divino e capacitado pelo Espírito para confrontar os filisteus quando Israel havia se rendido ao desespero. Sua força humilhou a arrogância do inimigo, sua fé o moveu a agir quando outros não o fariam, e suas vitórias revelaram o propósito de Deus em ação por meio de um homem que a maioria dos pregadores agora descarta. As Escrituras o colocam entre aqueles que conquistaram reinos e derrotaram exércitos, um daqueles de quem o mundo não era digno. O registro divino o honra, mesmo quando os comentadores não o fazem.
Sua solidão não era a mancha que as pessoas imaginam. Israel preferia a segurança sob opressão em vez da libertação pela fé. Eles o amarraram, o entregaram aos seus inimigos e recuaram do conflito que ele abraçou. Sansão caminhava sozinho porque Deus o havia levantado para confrontar os filisteus, e ele os reconhecia como os inimigos incircuncisos de Deus, mesmo quando Israel se recusava a ficar ao seu lado. Suas ações eram frequentemente pessoais, mas sua fé era real, e Deus operou por meio dessas ações para iniciar a libertação de Israel. Suas derrotas nunca foram definitivas, e seus reveses nunca encerraram sua história. Sua força retornou, sua fé perdurou, e seu ato final trouxe uma vitória maior do que qualquer outra que veio antes. Sua solidão expõe a incredulidade da nação e exibe a paciência e a misericórdia de Deus, que o preservou até que ele cumprisse seu chamado.
A vida de Sansão lança uma sombra profética em direção a Jesus Cristo. Seu nascimento foi predito por anjos, sua missão foi definida antes de ser concebido, e sua morte alcançou uma vitória que se estendeu além de qualquer coisa que ele fez em vida. Suas lutas, sua força e seu colapso final serviram como sinais que apontavam para um Libertador maior. Esta obra segue a narrativa bíblica com cuidado, restaurando Sansão ao lugar que Deus lhe designou e mostrando que ele era um tipo falho cujas ações testemunhavam a necessidade de alguém maior. Seu chamado e sua fé dirigem nossa atenção para o Libertador que sozinho poderia realizar a salvação que nenhum homem, por mais designado ou capacitado, poderia completar. Sansão não era Cristo, e nunca poderia ser, mas quando você traça sua sombra, pode ver o contorno dAquele que viria.
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